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CARECA: ALEGRIA, TÉCNICA E PRECISÃO CIRÚRGICA NA ÁREA 

Antônio de Oliveira era um centroavante goleador no interior paulista quando nasceu seu filho, Antônio de Oliveira Filho, em 05/10/60. Antônio, o pai, era um cabeceador dos bons, prometia, a família vivia do sonho de ver Antônio consagrado, no Santos de Pelé, no Palmeiras de Djalma Santos, no Corinthians de tanta torcida, no Flamengo, em algum time que brilhasse no futebol brasileiro. O São Paulo FC, na época em que o Antônio fazia seus gols em Araraquara, época em que seu filho nasceu, era apenas um São Paulo que participava dos campeonatos olimpicamente, o São Paulo queria construir um estádio para ser maior do que os maiores.

Antônio de Oliveira deu o seu nome ao filho porque a sua paixão era o futebol, se ele não vencesse o filho venceria; isso ele sentenciou à mulher e aos seus próprios pais, a mulher e os pais eram as pessoas que mais acreditavam em seus sonhos.

Vitimado por contusões fatalísticas, Antônio de Oliveira foi obrigado a abandonar o futebol e seu sonho dourado de ser craque se esvaiu. Deixo por conta da sensibilidade dos meus leitores e iguais a imaginação, pois não sei descrever com palavras esse momento trágico da família dos Oliveira, ao constatar que para Antônio, seu arrimo, o sonho de ser craque havia terminado. Há certas passagens na vida que quem escreve não pode definir, quem lê é que faz a figuração do singelo momento, em sua simplicidade indescritível.

Antônio de Oliveira quase desistiu de tudo, foi um drama, sua família sofreu o pão que o diabo amassou enquanto o menino, o filho, nascido no momento da tragédia, crescia.

Mas, aquele menino era especial.

Futebol? Futebol, que nada! Antônio de Oliveira Filho era uma dádiva da alegria! O menino, desde pequenininho, gostava de fazer a família rir! O seu ídolo era o “Carequinha”, o palhaço do circo e da TV!

“Carequinha” era o rival do antológico palhaço “Arrelia”, que foi o maior dos palhaços brasileiros; “Carequinha” era engraçadíssimo, impagável, e o menino tinha um sonho, a mãe e o pai estavam infelizes e o menino queria ser igualzinho ao “Carequinha”, o rival do “Arrelia”, ele iria fazer a família feliz de novo!

O patriarca Oliveira, sofrido, ele, seu Oliveira, o craque que tinha tudo para ser e não tinha sido, estranhava. Que destino era aquele? Não! Depois do sofrimento do pai, o filho que destino teria, ao procurar aqueles caminhos?

“Carequinha” ia fazendo as suas apresentações domésticas enquanto o pai, o Sr Oliveira, o craque frustrado, ia apresentando a bola a ele. Seu Oliveira tinha uma ligação com a bola que era eterna.

“Carequinha”, por influência do pai, foi se familiarizando com a  pelota. Entre risos e trejeitos para fazer rir, “Carequinha” e a bola foram tomando intimidades, até que se apaixonaram perdidamente, um pelo outro.

“Carequinha” percebeu que com a bola nos pés poderia ser o palhaço que idealizara, poderia ser o “Carequinha” dos circos e da TV, sim, poderia realizar o seu sonho; fazer a família de novo feliz!

Então o menino resolveu transformar a bola em meio para que pudesse trazer luz à família Oliveira, uma família enamorada pelo futebol. Se o pai não tivera sorte, ele, o “Carequinha”, com o seu senso de humor, com a sua alegria, iria transformar os campos em um picadeiro!

Foi rápida a transformação de “Carequinha” a “Careca”. Até o apelido do rapaz mudou num instante, como o estalar de um relâmpago.

O guri engraçado passou a infortunar as defesas dos adversários dos campinhos de várzea de Araraquara, aquele palhaço fazia rir a quem assistia aos jogos de que participava, fazia gols de todo jeito e os comemorava fazendo graça como seu guru, Carequinha!

Muitos são testemunhas, estão vivos! O “Carequinha”, o filho do Toninho, como era chamado o seu Oliveira, fez gols de todos os jeitos na várzea de Araraquara para júbilo do pai. E os comemorou com tanta alegria que um dia o Guarani, da vizinha Campinas, veio procurá-lo. Quem era o menino que fazia palhaçadas na área?

“Careca”, era assim que já passara a ser chamado, (os diminutivos no mais das vezes são apanágios dos menores) consultou o pai, e o pai, cheio de glória, deu o “sim”, consentindo que o craque fosse para o Bugre.

Então começou uma carreira para a eternidade.

No Guarani, Careca fez chover uma chuva engraçadíssima!

Rapidamente, dos juniores passou aos profissionais e, num piscar de olhos, toda Campinas se enamorou dele.

Careca alegremente infernizava as defesas adversárias, Careca era hábil, rápido, simples, eficiente, fatal. E bem humorado!

O jeito de jogar bola daquele menino chamava a atenção até de quem não gostasse de futebol. Quando a bola estava com Careca recebia um tratamento de luxo, em dois toques, no máximo, ele dava a ela o destino do sucesso, a bola gostava dele, que bola não gosta de ser tratada assim?

Careca, nas proximidades da área, dava um drible curto, às vezes de costas virava como um raio e fazia o gol. Careca servia o companheiro mais próximo como se estivesse fazendo uma caridade sem espalhafatos, Careca, às vezes, com sua agilidade, vinha para a pequena área e saltava mais do que os goleiros e cabeceava para as redes, como o seu pai, o Seu Oliveira, o forte do Seu Oliveira, já dissemos, era a impulsão para cabecear.

O Guarani teve Babá e Nelsinho, teve Américo e Carlinhos, mas o Guarani nunca tinha tido alguém como Careca, Careca era um extra-série!

Aquele menino, o filho do Toninho, o alegre fã do palhaço Carequinha, rapidamente arrebatou o Brasil.

No final dos anos 70, Careca era voz corrente entre aqueles que gostavam de futebol. Ninguém duvidava de que aquele menino era um predestinado.

Eu vi, no Maracanã de 100.000 faces e de 200.000 olhos, o Guarani vencer o Vasco nas semifinais de 1978. Rugia como trovão o clamor do vozerio vascaíno mas Careca silenciou o Maracanã com a sua arte, com a sua alegria e com a sua técnica. Careca desmantelou o Vasco, com a sua simplicidade, com a sua precisão. Vencidos os cariocas, o Guarani de Careca venceu o Palmeiras no Morumbi e no Brinco de Ouro, sempre com gols de Careca, com a mágica do menino, tudo muito fácil, assim como teclar no twitter.

O São Paulo havia brigado com seu maior artilheiro, acabava-se o ciclo de Serginho, herói, anjo e demônio da história do clube paulistano. O São Paulo vendera o passe de Serginho ao Santos e a torcida do Mais Querido estava em pé de guerra.

Quem substituiria Serginho no São Paulo?

O São Paulo trouxe Careca, contratando-o do Guarani por um valor que era uma fábula! Só Careca poderia preencher aquela lacuna, só aquele craque nascente, aquele craque anunciado, aquele menino com ares de gênio, aquele menino alegre que o Brasil já amava poderia satisfazer a torcida mais exigente do planeta: o São Paulo trouxe Careca!

Então, para felicidade do Seu Oliveira que via o filho realizar seus sonhos pessoais, o prodígio veio para o São Paulo e deu o passo decisivo para entrar para a história.

Careca chegou deslumbrado. O filho do Seu Oliveira não queria mais ser palhaço, agora era galã! Namorou as meninas da Paulicéia, a noite era curta diante dos desejos do astro, Careca deslumbrou-se no primeiro momento em que se viu vestido com a sacrossanta e inigualável camisa das três cores. Eu vi a estréia dele no São Paulo. Foi contra o América, de Natal, pelo Campeonato Brasileiro.

Já tínhamos Renato, que com ele formara dupla incomparável no próprio Guarani, esperava-se que se transformassem, ele e Renato, em Pelé e Coutinho no Bem Amado. Careca fez um gol, um golaço, naquela vitória por 4 x 1, no Morumbi. Recebeu uma bola no lado esquerdo da área do adversário, perto da meia lua. Estava de costas para o gol. Com seu jeito espontâneo deu um drible no marcador para dentro, voltou e, de virada, fez o gol com um chute certeiro.

Parecia que Serginho estava esquecido.

Mas não foi assim.

Careca, não se sabe por que razão, foi murchando. Começou a sentir contusões. Uns dizem que era artrite, outros dizem que era noitite, ninguém sabe.  Mestre Mário Travagline afiança que era mesmo  artrite. O certo é que Careca teve um primeiro momento de desilusão. Mas o que era um momento de desilusão para um gênio chamado Careca?

Curado das artrites ou das noitites o menino entrou em forma e tornou-se um dos maiores jogadores da história do São Paulo FC.

Ah, eu vi Careca jogar, e como me orgulho disso!

Foram 4 anos vestindo a camisa do São Paulo. 4 anos que valeram pela eternidade!

Meu Deus, como jogou o Careca no São Paulo! Conheço gente que acha que Careca foi o maior atacante que tivemos!

Vi gols de Careca de todos os tipos. Careca era rápido, ágil, habilidoso, entrava e saía da área como quem ia até ali e voltava, Careca surpreendia, emboscava, era certeiro por baixo e no alto. Careca não perdia gols, nunca! Pelo contrário, Careca dava grife aos gols!

Sim. Porque Careca tinha um jeito especial de marcar gols. Careca tinha um jeito todo próprio, tinha uma ginga, tinha um balanço, uma cadência circense que inebriava a própria bola!

Quando o São Paulo foi campeão paulista em 1985, Careca fez chover e parar de chover.  O Mais Querido revelara Muller, Silas, Sidnei e outros. Mas o que Careca jogou naquele ano foi algo de se escrever para a eternidade. No Brasileiro de 1986, o gol que Careca fez no último instante da prorrogação, contra o Guarani, que o havia revelado, foi um gol impróprio para cardíacos, foi o gol que revelou cardíacos, foi o gol para sempre, o gol que os são-paulinos vivos e mortos abençoarão pelo resto dos tempos! Não preciso descrever aquele sem-pulo de pé esquerdo, sem ângulo, sem sentido, sem amor pelos adversários que devem ter inveja, que morreram e morrerão de inveja, graças a Deus!

Careca, o menino que queria ser palhaço para alegrar o mundo, deixou o mundo todo bobo com o seu futebol.

Careca era um centroavante preciso. Em pequeno espaço fazia o que ninguém esperava. Um segundo de vacilo da defesa e pronto, bola no barbante!

Aquela arrancada do São Paulo para ser Campeão Brasileiro em 1986 teve a marca do gênio de Careca. Ninguém se esquece dos gols que ele fez no campeonato inteiro, ninguém se esquece dos gols que ele fez na reta final, contra o Fluminense, contra o América (duas vezes) e nas finais, contra o Guarani que o revelou. Nenhum são-paulino jamais há de se esquecer das comemorações de Careca naqueles gols, comemorações cheias de teatralidade, cheirando a picadeiro de circo, do jeito que lhe convinha, para matar as saudades da infância.

Em 1982, ainda no Guarani, e sem mídia para ajudar, Careca deveria ter sido o centroavante da Seleção Brasileira na Copa do Mundo; uma contusão o afastou do certame, talvez com ele o resultado tivesse sido outro.

Em 1986 e em 1990 ele esteve nas Copas do Mundo, envergando a camisa do Brasil. Claro, Careca era um jogador de Copas do Mundo!

Em 1987, quando Careca estava simplesmente iluminado no São Paulo FC, quando a torcida o idolatrava, o clube o vendeu para o Nápoli e os são-paulinos choraram, houve um mar de lágrimas no Morumbi. Não havia como segurá-lo, o mundo já se apaixonara pelo seu futebol.

O menino foi se juntar a Diego Maradona; com Maradona e Careca o Nápoli ganhou o título italiano depois de 40 anos, ambos, Maradona e Careca, até hoje são cultuados como deuses na Itália.

Careca, o precioso artilheiro, jamais voltou a envergar a camisa do São Paulo FC. No fim da carreira jogou no Santos FC, jogou também no Japão. Os quatro anos que esteve no Morumbi durarão quatrocentos séculos, virarão lenda na memória dos tricolores, as façanhas de Careca continuarão a ser contadas, de pai para filho, até o fim dos tempos.

Careca é imortal, não morrerá, se ele morrer duvidem.

Lembro-me de uma noite sagrada no Morumbi. Jogavam São Paulo e Ferroviária, pelo Campeonato Paulista, o Campeonato Paulista ainda era místico.

O São Paulo venceu por 4 x 0, Careca fez dois gols de placa no Morumbi. Não pude dormir, tal era a minha excitação com aqueles prodígios, logo eu, que já havia visto Careca fazer coisas inacreditáveis com a sacrossanta camisa tricolor. No dia seguinte, quase insone, fui a uma audiência no fórum central da capital. O magistrado era são-paulino. Findos os trabalhos, nós dois, eu e ele, absolutamente apaixonados pelas obras de arte de Careca na noite anterior, quisemos discutir sobre qual dos dois gols teria sido mais belo, o de bicicleta ou o outro, em que Careca driblara a defesa inteira do adversário. O magistrado divergia de mim, queria por que queria consagrar o gol de bicicleta como o mais bonito. Eu confesso que estava indeciso.

Então invoquei Salomão, o mais justo dos magistrados, o justo dos justos: nenhum dos dois gols poderia ser considerado mais bonito do que o outro, eis que em cada um havia uma beleza singular e inexcedível. Eu não podia optar por um ou outro e os considerava, a ambos, duas obras-primas. Sua Excelência meditou, meditou, e houve por bem conceder. Ponderando judiciosa e equânimemente observou que Careca se excedera em genialidade duas vezes; o gol de bicicleta era melhor do que o gol em que ele driblara a defesa inteira do adversário, mas o gol em que Careca driblara toda a defesa do adversário também houvera sido mais bonito do que o gol de bicicleta. Em suma, não havia como definir, ambos os gols eram antológicos e inesquecíveis, havia empate técnico e acabou-se a discussão. E havia mais: Careca comemorara os dois gols com uma performance circence! Eram gols de Careca, gols com a marca de um dos maiores craques que eu vi jogar.

Careca foi a alegria, a técnica e a precisão cirúrgica na boca do gol.

Mas hoje não há mais Carecas.Talvez um circo e seus personagens tenham inspirado esse deus da bola. Mas hoje quase não há mais nem circos, não há mais a inspiração dos palhaços, rareiam os craques, nestes dias em que eu junto estas palavras não se discute mais sobre a beleza ou sobre a alegria dos gols tricolores.

Tempos modernos.

Fazer o que, iguais? Evocar nossa mística história e de joelhos implorar por melhores e mais alegres tempos!

E, claro, lembrar com saudade dos nossos astros eternos.

Ave, Careca, Ave!

Dr Catta-Preta é advogado e são paulino.

No twitter @catta_preta

e-mail: antoniocattapreta.com.br

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Se a marcaçDepois de um sábado de folga, o São Paulo começa a se preparar para o jogo de ida das oitavas de final da Libertadores neste domingo.

Em sua ultima entrevista coletiva Ricardo Gomes deu a entender que pode voltar a utilizar Washington como titular no jogo contra o Universitário em Lima.

Neste domingo a comissão técnica vai decidir o nome do terceiro jogador a ser inscrito na competição.

O volante Wellington e o lateral esquerdo Carleto estão confirmados.

A terceira vaga não será preenchida por nenhum reforço já que o São Paulo não achou nenhuma boa opção disponível no mercado neste momento.

Pelo menos este é o discurso da diretoria.

Daí a necessidade de se discutir a melhor opção dentro do elenco para a vaga restante.

Carleto é disparado o jogador com o chute mais potente no elenco.

Ricardo Gomes costuma comentar com seus pares, que o chute de Carleto é mais potente do que o de Nelinho, lateral direito do Atlético, Cruzeiro e seleção Brasileira nos anos 70, que tinha um verdadeiro canhão no pé direito.

Outro dia, após um treinamento, Rogério Ceni apareceu com uma enorme mancha roxa em sua coxa.

Perguntado sobre o que tinha acontecido, Rogério respondeu: “foi um chute do Carleto”.

Quando começou no Santos, Carleto era chamado pelos companheiros de novo Roberto Carlos, pela potencia de seu chute.

Ricardo Gomes só terá seu contrato renovado no meio do ano, caso o São Paulo se classifique bem tanto nas oitavas quanto nas quartas de final da Libertadores.

Uma eliminação precoce na competição pode abreviar a passagem de Ricardo Gomes pelo São Paulo.

Pelo que pude apurar, o presidente Juvenal Juvêncio já entrou em contato com um treinador da nova geração e deixou-o de sobre aviso.

O presidente São Paulino mantém sigilo sobre o assunto até mesmo com seus assessores e diretores mais próximos, para evitar que vaze para a imprensa o nome do treinador contatado por ele.

Enquanto isso a ordem é manter o discurso de que Ricardo Gomes tem o total e irrestrito apoio da diretoria.

Aliás, desde que o São Paulo foi eliminado pelo Santos no Paulistinha, João Paulo Jesus Lopes e Carlos Augusto Barros e Silva, são vistos diariamente nos treinamentos da equipe no CCT.

Leco deu declarações sobre a falta de comprometimento de alguns jogadores do elenco.

Nos bastidores, fala-se em Washington, Dagoberto, Leo Lima e Cleber Santana, como os principais atletas que não vem se empenhando como deveriam.

A presença constante do diretor e do Vice Presidente de futebol no CCT serve para tentar botar ordem na casa.

ão cerrada da diretoria vai dar resultado, só saberemos daqui a alguns dias, em Lima, no Peru.

Este post também está publicado em meu novo blog no KIGOLkigol.com.br/mlima

Vou deixar aqui meus palpites sobre os classificados para as próximas fases da Copa do Brasil e a Taça Libertadores.

Obviamente são apenas palpites.

Brevemente farei um post explicando-os.

De qualquer forma, você, meu amigo leitor, tem toda a liberdade para deixar seu palpite gravado não só aqui como também no meu novo blog no portal de relacionamento sobre futebol, o Kigol – kigol.com.br/mlima.

Para simplificar, vou apenas dar um chute sobre os classificados para as duas competições.

Na Copa do Brasil, os classificados para as semifinais e na Libertadores os classificados para as quartas de final.

COPA DO BRASIL

Vasco x Vitória – classificado – Vitória

Palmeiras x Atlético – GO – Palmeiras

Fluminense x Grêmio – Grêmio

Santos x Atlético –MG – Santos

LIBERTADORES

Corinthians x Flamengo – Corinthians

São Paulo x Universitário (Peru) – São Paulo

Libertad (Par) x Once Caldas (Col) – Once Caldas

Velez Sarsfield (Arg) x Chivas ( Méx) – Velez Sarsfield

Nacional (Uru) x Cruzeiro – Cruzeiro

Estudiantes (Arg) x San Luis (Méx) – Estudiantes

Internacional x Banfield (Arg) – Internacional

A rodada desta quarta-feira contou com jogos importantes tanto na Libertadores quanto na Copa do Brasil.

O São Paulo no Morumbi contra o Once Caldas.

O Flamengo no Maracanã contra o Caracas.

O Palmeiras na batalha contra o Atlético Paranaense.

Enfim, vários jogos e muita emoção.

Deixe seu comentário aqui e em meu novo blog no Kigolkigocom.br/mlima

O clima pesou para o atacante Washington.

Depois da bronca que levou do treinador na frente de todo o elenco, ainda foi repreendido pela diretoria.

Além de multar o atacante em 20% de seus vencimentos os diretores fizeram questão de conversar com Gilmar Rinaldi sobre a atitude do jogador.

O ex-goleiro do São Paulo e empresário de Washington ouviu da diretoria que não será tolerada mais nenhuma indisciplina.

Gilmar concordou com as colocações feitas e prometeu conversar com seu pupilo.

Tenho a impressão de que Ricardo Gomes até pensou em começar com Washington como titular no jogo de hoje, mas diante do embaraço criado após o clássico de domingo, até para mostrar ao elenco quem manda, deixou-o no banco.

A única novidade na equipe será à entrada de Marlos no meio campo no lugar de Cleber Santana.

O São Paulo entra em campo hoje a noite no Morumbi, praticamente classificado, com os 10 pontos que tem, teria que perder por 4 ou mais gols para ficar de fora das oitavas de final.

Mas ninguém no elenco admite se classificar para a próxima fase em outra posição, que não o primeiro lugar do grupo 2.

A vitória é importante para recuperar a auto-estima e o moral do grupo, que está baixo após a eliminação do Paulistinha.

Apoio da torcida não vai faltar.

Até o fechamento das bilheterias ontem, 36.600 ingressos já haviam sido vendidos.

A previsão é de que finalmente o Morumbi volte a receber um publico superior a 50 mil pessoas em uma partida do São Paulo válida pela Libertadores.

Conversei com João Paulo de Jesus Lopes após o ultimo treinamento da equipe no CCT.

Perguntei sobre a situação de Ricardo Gomes.

O dirigente garantiu total apoio da diretoria e se o contrato do treinador terminasse hoje seria renovado.

Mas, como tudo tem um, porém, o São Paulo não tem pressa em conversar sobre uma possível renovação, neste momento.

Este assunto só será tratado no mês de Julho quando vencerá o contrato de Ricardo Gomes.

Para mim ficou claro que tudo vai depender do que o São Paulo fizer nas próximas fases da Libertadores.

Se Ricardo Gomes levar o time até a semifinal, seu contrato será renovado, caso contrário, as chances do São Paulo ser dirigido por outro treinador no segundo semestre beiram os 100%.

Wagner Diniz tem quase tudo certo com o Atlético Paranaense, o empréstimo será até o final do ano.

Renan vai disputar o Brasileiro pelo Guarani.

Roger não acertou sua ida para a Portuguesa e é disputado por algumas equipes da série A, como Guarani e Vitória.

A situação de Adrian Gonzalez ainda segue indefinida, mas tudo levar a crer que seu contrato será mesmo rescindido.

João Paulo me disse que não há a mínima chance do atacante Nunes vir para o São Paulo após a final do Paulistinha.

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O clima na reapresentação do elenco São Paulino não foi dos melhores.

Foi feita uma reunião entre o elenco e a comissão técnica.

Quem mais falou foi Ricardo Gomes.

O treinador cobrou Washington por suas declarações após a partida contra o Santos na frente de todo o grupo.

Os jogadores também não aprovaram a atitude do atacante que criticou publicamente o treinador São Paulino.

Washington deve receber uma multa da diretoria.

A reação forte do grupo e da diretoria com Washington tem muito a ver com o que aconteceu no ano passado, quando o ambiente interno começou a degringolar depois das várias cobranças e críticas feitas via imprensa por Hugo e Borges á Muricy Ramalho por ficarem na reserva.

A idéia é cortar o mal pela raiz.

O moral do grupo esta baixo após a humilhante eliminação da semifinal do Paulistinha.

O assunto foi tratado na reunião desta segunda-feira.

A ordem é vencer o Once Caldas de qualquer jeito, não só para garantir o primeiro lugar no grupo, mas principalmente para trazer a confiança do torcedor ao time e levantar o moral.

Embora o discurso da diretoria seja de total apoio a Ricardo Gomes, a verdade é que o trabalho do treinador está sendo muito contestado por conselheiros e diretores próximos a Juvenal Juvêncio.

Mas a verdade é que Ricardo Gomes só não cumprirá seu contrato até o final (julho) se o time for eliminado precocemente da Libertadores.

A audiência no TJ que julgaria a liminar a favor do São Paulo no caso Oscar foi adiada e não tem data para acontecer.

Como a audiência de conciliação entre as partes foi marcada para o dia 30 de Abril, é bem provável que não haja a necessidade do julgamento da liminar.

Mais uma reunião entre o São Paulo e diretores do BNDES aconteceu no Morumbi.

Foram discutidos termos técnicos sobre a linha de crédito para a Copa do Mundo.

O São Paulo ainda tenta fazer o empréstimo dos 150 milhões reais que pegará com o Banco, sem um intermediário, o que diminuiria os juros da transação.

Mas dificilmente o BNDES aceitará emprestar o dinheiro diretamente ao clube.

O mais provável é que um banco privado seja o intermediário.

Hoje o Bradesco seria o escolhido, mas outros bancos estão interessados e conversam com a diretoria tricolor.

Certo mesmo é que a linha de crédito oferecida pelo BNDES, não só ao São Paulo, mas, para todas as 12 sedes da Copa de 2014, só será liberada, depois que houver um ok da FIFA e do Comitê Local aos projetos de reformas e construções dos estádios.

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Deixe seu comentário sobre os jogos deste fim de semana.

Santos x São Paulo na Vila Belmiro.

Santo André x Prudente em Santo André.

Flamengo x Botafogo no Maracanã.

E muito mais pelo Brasil.

O espaço é seu, opine.

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