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O Brasil conseguiu um feito que poucos Países têm, ao longo da História: vai sediar a Copa do Mundo e as Olimpíadas na seqüência.

Passada a euforia e histerismo de alguns Pachecos (vocês sim tem o tão falado complexo de inferioridade que adoram colocar em quem foi contra os jogos Olímpicos no Brasil) é hora de começar a fiscalizar.

FINANCEIRO

O aspecto financeiro é o que mais chama a atenção, principalmente pelo que foi visto no Pan Americano.

Uma verdadeira orgia com o dinheiro publico.

Superfaturamentos a rodo, estádios sucateados, Vila Olímpica construída sem saneamento básico, enfim a dança do crioulo doido.

Obviamente uma Olimpíada terá um orçamento inicial muito maior do que o do Pan Americano (dizem 36 bilhões de reais).

Numero que faz milhares de corruptos sonharem, ávidos para botar um pouco do bolo em seus bolsos.

A partir de agora, cabe a Imprensa, ao ministério Publico, ao Tribunal de Contas da União e principalmente ao povo Brasileiro, fiscalizar rigidamente o destino de cada tostão destinado as obras no Rio de Janeiro.

Só assim será possível evitar que a farra com o nosso dinheiro não seja tão grande.

ESPORTIVO

Acho que pouca coisa vai mudar no esporte amador.

O Brasil nunca foi uma potência olímpica.

O País sempre viveu de poucos e abnegados atletas, que desenvolveram suas habilidades com ajuda financeira de terceiros (que não o COB) e não raro fora do Brasil em centros de excelência que nunca existiram por aqui.

Joaquim Cruz, Gustavo Borges, Xuxa, Cesar Cielo e Aurélio Miguel são só alguns exemplos.

Somente os esportes coletivos, como o Volei contam com forte apoio financeiro.

O Basquete, que foi forte no passado, tenta se reerguer e tem tempo para isso.

Não há praticamente nenhum investimento na base da maioria dos esportes.

E mesmo que isso aconteça a partir de hoje, é preciso pelo menos 10 anos de muita dedicação para se formar equipes competitivas nas várias modalidades.

Estamos a 7 anos do evento, logo não é de se esperar que o Brasil chegue em 2016 como uma potência Olímpica.

Poderemos sim fazer bonito na organização, mas dificilmente lutaremos na parte de cima do quadro de medalhas.

Esta na hora também de apresentar ao Povo Brasileiro, todos os esportes Olímpicos, para que se crie um mínimo de cultura esportiva.

A sorte foi lançada, que os dirigentes e políticos Brasileiros tenham juízo, responsabilidade fiscal e principalmente competência.

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