Não, a FIFA não criou o premio de melhor jogador do mundo em 1950. O premio foi dado pela primeira vez em 1991 (o alemão Lothar Matthaeus venceu).
Mas o Blog Planeta que rola do grupo O GLOBO, resolveu pesquisar e fez uma simulação dos ganhadores do premio da FIFA de 1950 a 1990.
Achei a iniciativa muito legal,por isso publico aqui no blog o resultado em que eles chegaram,acompanhe e veja se concorda ou não:
Vamos, então, ao que interessa. A lista do Planeta que Rola:

1990, Lothar Matthaeus – Camisa 10 e capitão da Alemanha, liderou seu país na campanha do tricampeonato mundial na Copa da Itália
1989, Diego Maradona – Levou o Napoli ao título da Copa da Uefa, única conquista internacional do time do Sul da Itália 
1988, Marco Van Basten – Destaque da Holanda na conquista da Eurocopa. Com direito a um golaço de voleio na final, contra a União Soviética (quem viu não esquece, é um dos mais belos gols da história do futebol). Van Basten recebeu naquele ano a Bola de Ouro, prêmio dado pela revista ‘France Football’ ao melhor jogador europeu da temporada
1987, Diego Maradona – O gênio argentino arrebentou no Napoli: campeão italiano e da Copa da Itália
1986, Diego Maradona – O nome da Copa do Mundo do México. Maradona praticamente ganhou o Mundial sozinho, e fez um golaço espetacular nas quartas-de-final contra a Inglaterra (sem falar no histórico gol de mão)
1985, Michel Platini – Ganhou a antiga Copa dos Campeões da Europa (hoje Liga dos Campeões) e o Mundial de Clubes com o Juventus. E ainda levou para casa a Bola de Ouro da ‘France Football’
1984, Michel Platini – O camisa 10 brilhou na conquista da Eurocopa com a seleção francesa. E conquistou merecidamente a Bola de Ouro da ‘France Football’
1983, Renato Gaúho e Paulo Roberto Falcão – Único caso de empate na premiação do Planeta, e logo um Gre-Nal. Renato conquistou a Libertadores e o Mundial (com uma atuação de gala na final contra o Hamburgo) pelo Grêmio. E o ex-colorado Falcão ganhou o Campeonato Italiano com o Roma, encerrando um jejum de 41 anos do time da capital (ele não virou o ‘Rei de Roma’ por acaso). Difícil escolher um ou outro.
1982, Paolo Rossi – Infelizmente para nós, brasileiros. O Bambino d’Oro foi carrasco do Brasil e artilheiro da Copa do Mundo da Espanha na campanha do tricampeonato mundial da Itália. E ainda ganhou a Bola de Ouro da ‘France Football’ 
1981, Zico – O Galinho de Quintino brilhou na conquista da Libertadores pelo Flamengo, e deixou os ingleses do Liverpool completamente perdidos na final do Mundial Interclubes. Foi eleito o Jogador Sul-Americano do Ano pelo jornal venezuelano ‘El Mundo’
1980, Karl-Heinz Rummenigge – O craque alemão se destacou na conquista da Eurocopa, e também ganhou a Bola de Ouro da ‘France Football’
1979, Diego Maradona – Aos 18 anos, o futuro craque deu uma prévia do seu talento ao conquistar com a Argentina o título mundial de juniores, sendo escolhido o melhor da competição. Foi eleito também o Jogador Sul-Americano do Ano pelo ‘El Mundo’
1978, Mario Kempes – O atacante argentino levou seu país à conquista da Copa do Mundo, diante dos seus torcedores. E foi escolhido o craque da América do Sul pelo ‘El Mundo’
1977, Kevin Keegan – O craque do Liverpool brilhou na conquista da antiga Copa dos Campeões da Europa
1976, Franz Beckenbauer – Estava difícil segurar o Kaiser naquela época. O craque alemão foi campeão europeu pelo terceiro ano seguido com o Bayern de Munique. Não levou a Eurocopa (a antiga Tchecoslováquia ganhou da Alemanha na final), mas ganhou a Bola de Ouro da ‘France Futebol’
1975, Franz Beckenbauer – Pelo segundo ano consecutivo, conduziu o Bayern de Munique ao título da Copa dos Campeões 
1974, Franz Beckenbauer – Essa foi uma escolha difícil. Afinal, o Carrossel Holandês de Cruijff encantou o mundo na Copa. Mas quem levantou a taça foi Beckenbauer. E de quebra ainda conquistou a Copa dos Campeões da Europa com o Bayern de Munique. Ganhou nos ‘critérios de desempate’
1973, Johan Cruijff – Não precisa explicar muito: o Ajax foi campeão europeu pelo terceiro ano consecutivo
1972, Johan Cruijff – Tarefa dura: o Ajax conquistou a Copa dos Campeões da Europa, e a Alemanha levantou a Eurocopa. Cruijff ou Beckenbauer? Como o time holandês estava ganhando tudo, o troféu vai para o camisa 14 da Laranja Mecânica
1971, Johan Cruijff – O gênio holandês levou o Ajax à conquista da Copa dos Campeões da Europa, iniciando a hegemonia da equipe, que iria vencer outras duas vezes em seqüência 
1970, Pelé – O Rei do Futebol encantou o mundo na campanha do tricampeonato mundial do Brasil. Na sua despedida dos Mundiais, deu um show, liderando uma seleção de sonhos nos gramados mexicanos
1969, Pelé – Um ano antes do tri no México, o eterno camisa 10 do Brasil chegou à marca histórica de mil gols, aos 29 anos
1968, George Best – O craque norte-irlandês foi o grande nome do Manchester United na conquista da Copa dos Campeões da Europa
1967, Bobby Charlton – Com o título da Inglaterra em 66, todos os olhares se voltaram para a terra da Rainha, onde Bobby Charlton seguiu brilhando e foi um dos principais jogadores da conquista da Liga Inglesa pelo Manchester United
1966, Bobby Charlton – O meia-atacante inglês liderou seu país na conquista da Copa do Mundo. E ganhou no fim do ano a Bola de Ouro da revista ‘France Football’
1965, Eusébio – Apesar de ter perdido a final da Copa dos Campeões com o Benfica, o craque português foi o craque da competição, com nove gols, e terminou o ano premiado com a Bola de Ouro da ‘France Football’, como melhor jogador europeu da temporada
1964, Luis Suárez – O camisa 10 da Espanha conseguiu um feito raro: foi campeão da Euro com a Fúria, e ganhou a antiga Copa dos Campeões da Europa com o Inter de Milão
1963, Pelé – Aos 23 anos, o Rei do Futebol foi bicampeão da Libertadores e bi Mundial com o Santos. Na final da Libertadores, fez o segundo gol do Peixe na vitória por 2 a 1 sobre o Boca Juniors em pleno estádio La Bombonera.
1962, Garrincha – O Anjo das Pernas Tortas fez de tudo nos gramados chilenos: marcou de cabeça, de falta, de esquerda e, claro, de pé direito. Fora o baile. Foi o principal responsável pelo bicampeonato mundial do Brasil
1961, Pelé – O Atleta do Século marcou nada menos do que 111 gols naquele ano, incluindo o famoso ‘Gol de Placa’ no Maracanã, quando driblou meio time do Fluminense antes de tocar na saída do goleiro Castilho. Só no Campeonato Paulista, foram 47 gols do Rei. Naquele ano, o Santos de Pelé levantou a primeira das cinco Taças Brasil que ganharia em seqüência
1960, Ferenc Puskas – O maior craque da história do futebol húngaro brilhou com três gols (junto com Alfredo Di Stéfano) na vitória do Real Madrid por 7 a 3 sobre o Eintracht Frankfurt, que valeu o pentacampeonato da Copa dos Campeões da Europa ao time espanhol
1959, Di Stéfano – Não por acaso é considerado por muitos o maior jogador que a Europa já conheceu, e um dos poucos a rivalizar com Pelé em prestígio. Mais uma vez brilhou na conquista do quarto título europeu do Real Madrid. Di Stéfano também ganhou naquele ano sua segunda Bola de Ouro da ‘France Football’
1958, Didi – A Copa da Suécia revelou Pelé e Garrincha ao mundo, mas foi outro craque brasileiro quem recebeu da imprensa européia o apelido de ‘Mister Football’: Didi, o maestro do meio-campo brasileiro na conquista do nosso primeiro título mundial
1957, Di Stéfano – Símbolo maior do grande Real Madrid das décadas de 50 e 60, o craque argentino, depois naturalizado espanhol, recebeu pela primeira vez a Bola de Ouro da ‘France Football’, especialmente por suas atuações na campanha do bicampeonato merengue da antiga Copa dos Campeões da Europa
1956, Lev Yashin – O mítico goleiro, apelidado de Aranha Negra por se vestir todo de preto, foi o destaque da campanha do ouro olímpico da União Soviética nos Jogos de Melbourne
1955, Di Stéfano – Foi campeão espanhol pelo Real Madrid. No segundo semestre, o time merengue deu início à campanha que terminaria com o título da primeira edição da Copa dos Campeões, já em 1956 
1954, Fritz Walter – O primeiro Kaiser. O jogador do Kaiserslautern comandou a seleção da Alemanha na conquista do primeiro título mundial, na Copa da Suíça, desbancando a poderosa Hungria de Puskas na decisão
1953, Ferenc Puskas – Naquele ano, a seleção húngara assombrou a Europa ao vencer a Inglaterra por 6 a 3 em Wembley. Foi a primeira derrota do English Team para uma seleção não britânica no histórico estádio londrino
1952, Ferenc Puskas – O craque do Honved, lendário time húngaro da década de 50, liderou sua seleção na conquista da medalha de ouro nas Olimpíadas de Helsinque
1951, Gunnar Nordahl – Ídolo do Milan, foi o artilheiro do Campeonato Italiano na campanha do título que tirou o rubro-negro da fila após 44 anos. Num futebol famoso pelo defensivismo, marcou nada menos do que 34 gols, a segunda melhor marca da história do Calcio (a primeira, vejam só, também é dele: 35 gols, no ano anterior)
1950, Obdulio Varela – Capitão e grande líder da seleção do Uruguai na conquista do título mundial de 1950, no Brasil. Teve atuação de destaque no histórico Maracanazo, como ficou conhecida a vitória de virada da Celeste Olímpica sobre a seleção brasileira na final da Copa, no Maracanã

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