O Fluminense está conhecendo as duas faces da moeda neste ano.

Do projeto Tóquio ao projeto Xerém em questão de meses.
Depois da tragédia na final da Libertadores, o Fluminense perdeu vários jogadores e o baque do vice-campeonato demorou a ser assimilado pelos que ficaram.
O problema foi que o Flu,deixou o brasileirão de lado enquanto tentava o titulo mais importante de sua história,nada mais justo.
Mas quando voltou a realidade caseira,sem titulos e sem vários jogadores negociados com o exterior,viu que não seria tão fácil quanto pensava,sair da zona da degola.
A queda de rendimento foi creditada ao técnico Renato Gaucho que,como é normal no Brasil,foi transformado rapidamente de Bestial em Besta.
Não aguentando a pressão, Renato pegou seu boné e bateu asas das laranjeiras.
Cuca, que não conseguiu tirar o Santos do Limbo,mas que goza de prestigio no Rio, por seu bom trabalho no Botafogo,foi o escolhido para ser o salvador da pátria.
Como não tem vocação para Sassá Mutema,Cuca não conseguiu bons resultados e sem paciência, a diretoria do Flu demitiu o treinador e contratou Renê Simões,que por essas coincidências da vida,havia assistido in loco os dois últimos jogos do Fluminense no Braslierão.
A principal coisa em comum entre as equipes que caem para a segunda divisão,é a troca constante de treinadores.
O Fluminense,que já frequentou até a terceira divisão,parece que está com saudades da segundona.
O capitão Nascimento, do filme Tropa de Elite, se visitasse a diretoria do Flu,mudaria seu famoso refrão,em vez de – Pede pra Sair! Gritaria com Horcades e seus pares – Pede pra Cair!!

 
Acho que o Flu já foi.
 

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