Se você teve problemas com seu ingresso no jogo entre São Paulo x Inter no Morumbi domingo passado, deixe aqui sua queixa.
Vou entregar sua reclamação diretamente a diretoria do clube.
Novembro 6, 2008
Se você teve problemas com seu ingresso no jogo entre São Paulo x Inter no Morumbi domingo passado, deixe aqui sua queixa.
Vou entregar sua reclamação diretamente a diretoria do clube.
Novembro 6, 2008
Historicamente o São Paulo leva grande vantagem sobre a Portuguesa, veja os números deste confronto:
Em Campeonatos Brasileiros:
Jogos: 26
São Paulo: 11
Empates: 6
Portuguesa: 9
No Canindé:
30 jogos
São Paulo: 14
Empates: 10
Portuguesa: 6
No Morumbi:
Jogos: 60
São Paulo: 32
Empates: 16
Portuguesa: 12
Total:
Jogos: 218
São Paulo: 100
Empates: 61
Portuguesa: 57
Novembro 6, 2008
Muricy Ramalho, praticamente definiu a equipe do São Paulo para o jogo de Sábado contra a Portuguesa no Canindé.
No coletivo realizado no CCT, o treinador optou pela entrada de Joilson na ala direita, com Zé Luis jogando no meio campo.
Com está formação, Hernanes fará as funções de Hugo, jogando com mais liberdade, e cuidando da ligação entre o meio campo e o ataque.
O time que treinou contra o Juvenil e que deve começar a partida de Sábado é a seguinte:
Rogério Ceni, Miranda, André Dias e Rodrigo, Joilson, Zé Luis, Jean, Hernanes e Jorge Wagner, Borges e Dagoberto.
Muricy quer o time totalmente focado nesta reta final, tanto que a concentração para o jogo contra a Lusa,começou nesta quinta-feira.
Novembro 6, 2008
Novembro 6, 2008
Atenção!Esta matéria da revista Paulistão que reproduzirei logo abaixo, foi escrita em 1980, no século passado. Acho que certas coisas não evoluíram muito.
Arbitragem: Problema Difícil
Em todo continente sul americano a figura do árbitro é olhada de maneira acintosa.
Tenta-se, inicialmente, conquistar a sua simpatia para “obter os favores de, pelo menos uma arbitragem correta”. Em algumas cidades do interior, seja São Paulo, de Minas, do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Sul, da Bahia, de Pernambuco, ou qualquer parte do continente, há sempre uma autoridade policial, protegida por um contingente de alguns homens, que antes do jogo chega-se ao árbitro e diz: ”Pode apitar direito que aqui estamos para garantir sua figura. Mas… cuidado para não errar contra o time da casa”.
Depois de um exemplo desta ordem, acreditamos não ser necessário dizer mais nada em torno do ambiente que cerca um apitador de futebol que, no Brasil, esta procurando a sua profissionalização, inclusive com a formação de um sindicato. Neste sentido em São Paulo,há duas facções lutando por esse direito.
O que vimos, contudo, nos dois encontros finais da Taça Ouro, servem para demonstrar, de maneira clara as deficiências dos nossos apitadores. Todos sabem,por exemplo,quanto é penoso para um árbitro alcançar o estrelato.Ele tem que correr campos de várzea,do interior;ser perseguido em algumas cidades;auxiliar na “bandeira” para depois,aparecer então como dirigente de uma final do campeonato Brasileiro.
Em se tratando de uma decisão entre Cariocas e Mineiros, a escolha para a direção dos jogos finais acabou recaindo sobre os ombros de dois paulistas(Romualdo Arppi Filho e José de Assis Aragão) e de um Gaúcho (Carlos Martins Rosa). No Primeiro encontro,em Belo Horizonte,embora o apitador Romualdo Arppi Filho nenhuma influência tivesse tido no resultado numérico do encontro ou tenha tido contra si decisões dúbias,podemos dizer que sua arbitragem foi “política”.
Sabia(como não poderia deixar de acontecer)que alguns jogadores de Flamengo e Atlético Mineiro, estavam pendurados com dois cartões amarelos. Sua preocupação,além de dirigir o encontro com lisura e imparcialidade,foi a de evitar de dar algum cartão para jogador que tivesse dois.Isso porque um terceiro amarelo alijaria do encontro decisivo o atleta punido.
Uma atitude desta ordem por parte do Sr.Arppi filho, seria um verdadeiro, deus nos acuda. E pelo menos um atleta do Flamengo,que por sinal acabou ficando fora das finais,merecia não só um cartão amarelo,como também um vermelho,pela maneira como o atleta Rondinelli,procurou atingir,firme e intencionalmente,o avante Reinaldo,do Galo.
Romualdo fez vistas grossas e as coisas terminaram somente em xingações e promessas de revide no Maracanã.
Para este encontro final, o Sr.Romualdo Arppi Filho não entraria no “sorteio” para a escolha do árbitro. Se o trio de apitadores era o mesmo,somente os srs.Aragão e Carlos Rosa,poderiam merecer a escolha.Esta recaiu no paulista Assis Aragão.Um árbitro,que fora do campo tem um profissão excelente(corretor de bolsa) e que faz do referato um Hobby.Todavia prepotente por natureza.Avesso aos atletas que lhe olham de frente.Daí a certeza de um trabalho perturbador quando ele foi escolhido para a decisão da Taça Ouro.
Sua predisposição contra o Atlético Mineiro Fo nítida e visível. Quando Tita deu a primeira entrada maldosa num jogador do Galo,o árbitro pura e simplesmente levantou o cartão amarelo pra Tita.
No instante, porém, em que exibiu um amarelo para um atleta do Atlético, fê-lo acintosamente, procurando um revide para dar um vermelho, em seguida. Possesso,fora de si,no instante da expulsão de Reinaldo,um atleta que só estava fazendo numero em campo e que foi reclamar contra o erro do bandeira Carlos Rosa em Hipotético impedimento de Palhinha,o Sr.José Assis de Aragão perdeu-se por completo,mostrando que sua preocupação,bastante visível,era a de dar o titulo ao Flamengo,embora este não necessitasse da sua ajuda.
Pois é, matéria dos anos 80.