Quinta-feira, Setembro 11th, 2008


O técnico Muricy Ramalho comandou um treinamento coletivo nesta quinta-feira no CCT, contra o sub 17.

O técnico tricolor sacou Richarlysson da equipe e Hernanes de volta da seleção, formou a dupla de marcação com Jean.

Na ala direita Joilson deu lugar a Zé Luis.

O atacante Borges torceu o tornozelo no começo do treino e foi substituído por Dagoberto.

Se Muricy não mudar de idéia, o São Paulo entrará em campo no domingo contra o Flamengo com:

Rogério Ceni, Miranda, André Dias e Rodrigo, Zé Luis, Jean, Hernanes, Hugo e Jorge Wagner, André Lima e Borges (Dagoberto).

Acho boa esta formação treinada contra o sub 17, resta saber se esse time terá uma postura melhor em campo no próximo domingo ou vai voltar a mostrar o futebol apático e inoperante dos jogos contra o Santos e Atlético Mineiro.

 

Depois do medíocre empate da seleção brasileira contra a Bolívia no Rio de Janeiro, fico pensando em qual Brasil acreditar.

No time aguerrido e mordido da vitoria no Chile, ou no time modorrento, sem criatividade, burocrático, do empate contra a Bolívia.

Acho que o futebol da era Dunga na seleção, esta mais para o jogo do Engenhão.

Os malabaristas do Brasil (Robinho, Ronaldinho e Diego), só conseguem jogar alguma coisa quando enfrentam um adversário que dá total liberdade, que não aperta a marcação, como foi o Chile em Santiago, em sua tática suicida.

A modesta seleção Boliviana, Lanterna das eliminatórias, impôs uma forte marcação nos nossos artistas, que em vez de tentarem algo para fugir do esquema defensivo do adversário, preferiram reclamar a cada dividida.

No Banco de reservas o pseudo treinador, era só caras e caretas,sem saber o que fazer para furar a retranca dos Bolivianos.

De vez em quando Jorginho (o verdadeiro treinador da seleção), dava alguma cochichada nos ouvidos do perdido Dunga.

Enfim, como disse em outro post, a vitória contra o Chile, acabou dando mais um pouco de sobre vida ao pseudo treinador.

A nós, pobre mortais, só resta esperar o tempo passar e torcer para que a paciência de Ricardo Teixeira (o dono do nosso futebol) se esgote rápido com a figura que ele inventou para dirigir a seleção.

A minha, já se esgotou há muito tempo.